Telecom
STARLINK em PORTUGAL vale a PENA?
Conversamos com Eduardo Gomes, cliente Starlink, que nos dá conta da sua opinião em contexto real do uso deste serviço.
Ao longo das últimas semanas, fomos falando cada vez mais sobre a importância da Starlink. Quando tudo falha na Terra, só existe algo capaz de continuar a garantir, de forma constante, as comunicações: os satélites.
Neste capítulo, somente a SpaceX consegue estar a um nível de qualidade capaz de garantir um serviço quase equiparado aos nossos serviços de fibra. Falo do ponto de vista das velocidades, falo dos preços, falo das latências e até da facilidade de instalação.
Com uma proposta de serviço plug & play, qualquer utilizador, mais básico ou mais avançado, consegue tirar total partido do serviço de Elon Musk.
Num cenário de catástrofe, como tivemos oportunidade de assistir em Portugal durante a depressão “Kristin”, um serviço assim começa a deixar de ser uma alternativa e passa a ser um elemento fundamental no “kit de emergência”, tanto de pessoas individuais como de entidades governamentais.
Nesta entrevista, tive a oportunidade de fazer algumas questões ao Eduardo, um utilizador intensivo do serviço Starlink há alguns meses. O Eduardo trabalha via Internet, com a criação de conteúdos para o YouTube e para a Twitch. Para isso, é necessário um serviço robusto que garanta o fornecimento de ligação de forma constante e com boa capacidade, mas também com baixa latência (essencial para gaming).
Existem outras opções, nomeadamente europeias, como é o caso da SkyDSL, mas, se fizerem uma pesquisa rápida, vão compreender que não chega aos calcanhares da gigante norte-americana, nem do ponto de vista da facilidade de instalação do serviço, nem da qualidade do mesmo, nem tão pouco dos preços.
Pode custar imenso aos europeus ter de admitir, mas a verdade é que nos atrasámos nesta corrida. Não fomos suficientemente visionários ao ponto de desenvolver algo ao ritmo dos americanos e agora vamos pagar o preço. Numa altura em que muito se fala da soberania europeia face a outros grandes polos comerciais, este é um duro, mas necessário, golpe na luta pela independência excessiva na Europa.
É certo que não basta apenas adquirir estes equipamentos para garantir acesso à Internet. Existe também a necessidade de ter uma fonte de alimentação que assegure as necessidades do equipamento, mesmo em momentos em que o abastecimento elétrico é posto em causa.
E tu, vais ser mais um dos muitos que vai adquirir um Starlink para uma eventual situação de emergência?
Neste capítulo, somente a SpaceX consegue estar a um nível de qualidade capaz de garantir um serviço quase equiparado aos nossos serviços de fibra. Falo do ponto de vista das velocidades, falo dos preços, falo das latências e até da facilidade de instalação.
Com uma proposta de serviço plug & play, qualquer utilizador, mais básico ou mais avançado, consegue tirar total partido do serviço de Elon Musk.
Num cenário de catástrofe, como tivemos oportunidade de assistir em Portugal durante a depressão “Kristin”, um serviço assim começa a deixar de ser uma alternativa e passa a ser um elemento fundamental no “kit de emergência”, tanto de pessoas individuais como de entidades governamentais.
Nesta entrevista, tive a oportunidade de fazer algumas questões ao Eduardo, um utilizador intensivo do serviço Starlink há alguns meses. O Eduardo trabalha via Internet, com a criação de conteúdos para o YouTube e para a Twitch. Para isso, é necessário um serviço robusto que garanta o fornecimento de ligação de forma constante e com boa capacidade, mas também com baixa latência (essencial para gaming).
Existem outras opções, nomeadamente europeias, como é o caso da SkyDSL, mas, se fizerem uma pesquisa rápida, vão compreender que não chega aos calcanhares da gigante norte-americana, nem do ponto de vista da facilidade de instalação do serviço, nem da qualidade do mesmo, nem tão pouco dos preços.
Pode custar imenso aos europeus ter de admitir, mas a verdade é que nos atrasámos nesta corrida. Não fomos suficientemente visionários ao ponto de desenvolver algo ao ritmo dos americanos e agora vamos pagar o preço. Numa altura em que muito se fala da soberania europeia face a outros grandes polos comerciais, este é um duro, mas necessário, golpe na luta pela independência excessiva na Europa.
É certo que não basta apenas adquirir estes equipamentos para garantir acesso à Internet. Existe também a necessidade de ter uma fonte de alimentação que assegure as necessidades do equipamento, mesmo em momentos em que o abastecimento elétrico é posto em causa.
E tu, vais ser mais um dos muitos que vai adquirir um Starlink para uma eventual situação de emergência?